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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Sociologia: As Preocupações do Séc. XXI

A vida contemporânea trouxe consigo enormes e fascinantes novidades. Antigamente, não se tinha incidência às comunicações a distância. Hoje, há influência em tudo que vemos, na cultura, na política, no desporto, na religião e na economia. São as radiações da globalização que têm como escopo ajudar o homem a desempenhar os seus trabalhos.
É certo que tudo que existe no universo é bom, porque serve para edificar ou fazer nascer uma outra coisa material, aliás, a ontologia diz-nos que tudo que tem ser é útil. Pelo contrário, um ente (tudo que existe na natureza), um ser mal utilizado torna-se inútil porque acaba por prejudicar o próprio utente.
Com efeito, a globalização bem aplicada traz muitos êxitos, uma vez que ela em si é boa. O que se nota na nossa juventude é o contrário.
As preocupações do tempo presente são todos os meios, todas as radiações, reflexos do fenómeno globalização. Os mais visíveis como o IPOD, TV CABO, VÍDEOS, MP3 e MP4, TELEFONES, DISCOS, PENDRIVES, PARABÓLICAS bem como a INTERNET, causam preocupações aos jovens estudantes, fazem com que os jovens não se dediquem com todo afinco aos estudos. O normal seria se eles tirassem partido desses meios para serem mais inteligentes e mais doutos, de modo que os seus estudos fossem sérios; mas não, os jovens entendem mal os efeitos da globalização aplicando-os sem lhes tirar partido ou, a globalização é entendida de forma negativa pelos jovens.
As preocupações dos jovens estudantes são as músicas, as novelas, as festas e as modas. Deste modo, perdem tempo a palrar, a tagarelar, a gastar dinheiro para se estar a “pari passu” destas realidades. Hoje, o que “bate” é estar nas festas, é não perder de vista a moda, isto é, ter os calçados e as vestimentas mais caras, é ter um telefone com acesso à Internet, vídeos, MP3, MP4 para se estar sempre informado e manter o contacto para novos “SHOWS”, concertos e matinés, porque «[…] todo aquele que não vive com o telefone e a TV faz já parte de um mundo que morre».

Assim, nestas circunstâncias, não se pode ter um estudo sério, visto que o estudo necessita de concentração, atenção e silêncio, para que o conhecimento se apodere de nós. «O conhecimento não vem de fora para o homem, mas é um esforço da alma para apoderar-se da verdade». E para se atingir essa verdade, o único caminho viável é o estudo sério que não se realiza no barulho das festas nem da assistência assídua das novelas.

Educação: A Corrupção no Ensino

«O crime da corrupção visa subtrair a função pública à venalidade, promover a pureza das instituições do Estado, criar uma contra motivação para o mau uso dos deveres funcionais».
Este conceito de corrupção se tornou normal para as pessoas. Há quem diga que a corrupção viabiliza a vida nas suas distintas aplicações. Mas, nos cingimos no sector educacional onde o estudo sério se aplica.
Movidos pela ideia de facilitismo provocada pelo fenómeno corrupção, os jovens põem de lado o estudo sério, a dedicação, o esforço de poder singrar nos estudos. Ficar reprovado é uma asneira, tolice, é resultado de quem não tem visão, aquela visão que se limita em falar com o professor da cadeira em que se está mal, de modo que a classificação seja apto(a). Deste modo, a corrupção entra em jogo, passa a ser a “VIA PÚBLICA” onde todo trânsito é permitido.
Os jovens estudantes assumem contacto com os próprios professores, com o objectivo de lhes concederem um 15 na pauta final. É a realidade das nossas escolas que se tornaram em «autênticos supermercados de venda de notas e certificados». De onde vem esta razão? Tudo se principia quando na sala de aula o professor não elucida com prontidão o conteúdo do assunto, o que desencadeia a não compreensão do assunto por parte dos alunos, com o objectivo destes pedirem uma explicação. Assim, o professor aceita a proposta e concede a explicação; e como a filantropia espera retribuição, o professor é compensado por um valor monetário vindo dos alunos.
Por outro lado, a presença dos alunos na explicação já é sinónimo de positivas na pauta, porque eles já compraram as suas notas e vão simplesmente à explicação para marcar presença. É o que se vê hoje: alunos que têm muitas abstenções nas aulas mas no fim passam de classe; professores que não dão aula com destreza; professores que não têm carisma de ensinar; professores que não entendem o que leccionam.
Nestes casos, a corrupção destrói não só o próprio aluno mas também o professor, se considerarmos aquele valor de educação proposto por Platão que se concretiza na formação, construção da pessoa, no bom cidadão capaz de governar a polis.

Contudo, é preciso que a corrupção seja banida pelos próprios alunos e professores. Que os professores não sejam de periferia, que saibam dar uma educação formal, porque esta se destina na transmissão de valores, conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias à prática da vida do dia-a-dia.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

É possível estudar sério sem livros didácticos?

Livraria João Alexandre Barbosa da EDUSP
Um estudo sério nunca é realizado na ausência dos próprios subsídios, uma vez que são estes que concedem a substância e que por intermédio desta o estudo é feito. Os livros juntamente com os dicionários constituem o essencial para as actividades académicas do estudante, justamente porque não se pode fazer um estudo sério sem a garantia do próprio material didáctico, de instrução.

Nas escolas de Benguela nota-se a precariedade de bibliotecas. Os únicos centros com bibliotecas que apresentam um pouco do essencial são as universidades. Os centros médios e básicos são uma lástima, visto que o número de bibliotecas não passa dos 20%. Nestas condições, como há-de ser sério o estudo se a maioria das escolas do município de Benguela não possui bibliotecas?
Além disso, nenhuma universidade do município de Benguela e não só possui centros de investigação. Vemos estudantes que se deslocam para outros países em busca de material didáctico, e se não o fazem encomendam a alguém que se desloca para fora do país. Mesmo com a presença da “REFORMA” o saldo é negativo, dado que não contempla o aumento de bibliotecas e material didáctico no município de Benguela e não só.
Falando dos centros médios e básicos, 90% dos alunos não possui um dicionário particular e não sabe manuseá-lo, e o resultado deste défice é a presença de erros crassos nos testes que eles fazem bem como, na má fala do português. Os jovens limitam-se mais em aplicar uma boa prosódia sem antes compreenderem que o discurso quer oral quer escrito obedece à uma ordem – sujeito, predicado e acessórios ou complementos. Além disso, os jovens esquecem-se que falar bem é o produto de uma leitura constante e da assimilação inconsciente de muitas ideias; assimilação inconsciente porque quanto mais se lê, as ideias apoderam-se de nós sem termos consciência delas.
Portanto, à situação em que nos encontramos carece, digamos, de uma mão para se evidenciar o estudo sério. E os personagens proeminentes são os jovens estudantes, dado que o comando do país dependerá da competência e habilidade deles, e essas qualidades passam necessariamente pelo estudo sério.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O que é ler



clica para ver o resumo
O termo ler vem do latim «legō is, ěe, lěi, lectum: colher, tirar, tomar, apoderar-se de». Em grego, ler é «ἀναγιγνώσxω (anaguignósxo): conhecer a fundo».
Como se vê, ler não é uma actividade que se limita apenas em seguir com os olhos e pronunciar com a boca o que está escrito, é tirar, colher alguma coisa do texto para o nosso conhecimento e saber para a vida. Quando se diz que ler é conhecer a fundo, traduz a ideia de que o estudante deve ser senhor, dono daquilo que lê na perspectiva de que ele entenda, compreenda e possa relacionar com outras ideias o que lê. Para o efeito, só através da vontade e da dedicação é que ele conseguirá tais objectivos.
Actualmente, por causa da falta de tempo necessário, a leitura não encontra espaço suficiente para ser desenvolvida com assiduidade pelos próprios estudantes, limitando-se, estes, a buscar o ligeiro, o superficial nos textos que lêem contribuindo, assim, para o não estudo sério, sincero e honesto.


Ler é também «extrair significado do texto, dar-lhe sentido, indo para além daquilo que o próprio texto contém» pois que, nem todo material didáctico é claro e conciso nos seus conteúdos exigindo o estudante a envidar esforços para converter em claro e lúcido o que lê.
Poderíamos nos fazer as seguintes interrogações: porque se lê e para que se lê? Além de a leitura ser uma qualidade exigida ao estudante, ler é extremamente importante pelas seguintes razões:
  1. Para se dominar a língua, isto é, falar melhor e escrever melhor;
  2. Para se informar;
  3. Adquirir conhecimentos e recrear-se. Informar-se porque temos a obrigação de estarmos sempre actualizados; adquirir conhecimentos porque para se aumentar a nossa formação e estarmos actualizados, tem-se a necessidade de estudar um livro didáctico, documentos históricos, assuntos científicos; e recrear-se porque simplesmente lemos um livro pelo simples gosto de ler, enfim, uma vasta razão de objectivos.
Assim, ler é um meio pelo qual o estudante ganha azo de aprender novas realidades, actualizar o que sabe, alimentar o seu saber cultural e acima de tudo aprende a socializar-se com culturas diferentes.
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Como Estudar Seriamente

Será, na realidade, o lugar a condição mais exequível para se ter um estudo sério? Ou temos que ter em consideração a atitude psicológica do próprio estudante, para que consiga estudar seriamente? 


Na verdade, a psicologia influi bastante na compreensão deste assunto, uma vez que o estudo sério tem repercussões no cérebro do estudante que através do qual os assuntos são processados e compreendidos.
Quais são então as atitudes psicológicas do estudante?
As atitudes agrupam-se em dois grupos: atitude negativa e atitude positiva. Desinteresse, falta de autoconfiança e desânimo perante as dificuldades fazem parte da primeira atitude. Pelo contrário, motivação, autoconfiança e persistência pertencem ao grupo da atitude positiva. 
Com efeito, estudar seriamente é ter atitude positiva, isto é, ter motivação, autoconfiança e persistência, dado que, em si, estudar é uma prática árdua que exige sacrifício e dedicação. A motivação é importante porque ajuda o estudante a realizar o seu trabalho com rapidez e facilidade. A autoconfiança é «uma atitude saudável que faz aumentar o interesse pelo estudo e diminuir as angústias e tensões próprias dos momentos difíceis». E a persistência é a atitude que se concretiza no esforço, dedicação que o estudante faz para atingir suas metas, para triunfar.
Segundo a Ciência do Poder da Mente, estudar seriamente é entrar no ‘nível Alfa’. «Entrar no nível Alfa é descer a um estado de relaxe profundo, mantendo a mente e o corpo, através de técnicas adequadas, em paz, em calma, sem tensões físicas e emocionais»[5] . Além disso, entra-se também neste nível «pela meditação, pela contemplação, pela oração. O ritmo cerebral situa-se entre 7 e 14 ciclos por segundo sendo que a média é 10,5 por segundo».
A razão de se estudar seriamente no nível alfa, justifica-se pela verdade de ser mais profundo possibilitando o aumento da inteligência, da memória, da criatividade, da inspiração, da percepção sensorial e extra-sensorial, bem como tornar mais aguda a intuição. Com efeito, estudando neste nível, o estudante aprende com mais facilidade e grava melhor na memória.
Um dos aspectos de estudar seriamente no nível alfa é gostar da matéria que se vai estudar; se nunca se gostou, é evidente que se procurem razões, argumentos, algo que faça gostar, dado que se aprende mais, gasta-se menos energia, pois, se evitaram conflitos de intenções.
Portanto, apresentamos, em seguida, algumas técnicas para se providenciar um estudo sério


  1. Ler atentamente uma ou mais vezes o que se deve aprender, procurando compreendê-lo bem;
  2. Gravar o aprendizado na mente por partes, não passando ao ponto seguinte sem se ter antes aprendido bem e decorado os conceitos anteriores;
  3.  Aprendida a lição, decora-se por inteiro e com pausa, como se a estivesse a recitar na aula.





 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Onde Se Pode Ter Um Estudo Sério


«O isolamento é o laboratório para o Espírito; a solidão interior e o silêncio são as asas com que ele voa. Todas as artes, simples Homens ou Homens-Deus, todos pagaram tributo ao isolamento, à sua vida silenciosa […]».  
SARTILIANGES
                                                                                                   
 
A Sociologia da Educação exerce um poder coercivo quanto a este ponto, porque ela prima pela organização e tranquilidade do lugar onde se providenciam quaisquer trabalhos intelectuais. Efectivamente, o estudo sério carece de um lugar que não cause falta de vontade ao estudar.
O estudo sério surte efeito quando o lugar onde se vai produzir qualquer assunto seja propício e agrade ao sujeito a fazer a produção.
Esse lugar deve ser «calmo, arrumado e confortável», de modo que o estudo venha a ser frutífero. Tal como o isolamento é o laboratório para o Espírito, o ambiente de estudo deve ser um lugar isolado de distracção, perturbação e incómodo, uma vez que o
«trabalho fecundo não se compadece com a dispersão duma vida agitada e caprichosa».
Efectivamente, o lugar de estudo exige condições que já foram descritas nos parágrafos anteriores: silencioso, tranquilo, arrumado, confortável e que desperte o poder volitivo do sujeito.
Mas, para além dessas condições, o lugar para se ter um estudo sério deve ter «iluminação adequada sem reflexos». Essa iluminação deve vir pela esquerda, dado que a Biologia sustenta a ideia de que os seres humanos tendem mais a olhar pelo lado esquerdo ao invés do direito; razão pela qual a luz deve manifestar-se pelo lado esquerdo.
A vantagem de uma boa iluminação justifica-se pela razão de ela reduzir a fadiga do estudo e proteger os olhos.
Com toda a certeza, o lugar de estudo é um dos requisitos para o sucesso escolar, para se ter um estudo sério que possa dissipar dúvidas e abrir horizontes de um estudante. Assim, esse lugar não pode ser um qualquer; pelo contrário, deve ser silencioso, calmo, bem iluminado, ventilativo e acima de tudo deve ser um lugar que dê um bom moral ao estudante.


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Decorar ou Estudar


Estudar é o mesmo que decorar ou decorar é o processo de assimilação da matéria depois de compreendida?


É sem dúvida que o estudo tem sempre um escopo por se atingir. Na gama dos interesses dos estudantes reside um único objectivo quando se está em processo de formação: atingir notas altas que garantam uma classificação plausível no fim do ano académico. Com efeito, torna-se obrigatório assimilar todo conteúdo da matéria.
O estudo ganha carácter de estudo quando compreendido e depois assimilado. Deste modo, decorar será o fim, a meta que passa pela lucidez e compreensão do assunto. É verídico que decorar é «fixar na mente, na memória», quando o que se estuda é compreendido, aclarado. 
 O estudo pressupõe o decoro, em virtude de tudo que se decora é antes estudado, um estudo que se prende com a captação dos conceitos e não das palavras. 
Estudar deve ser uma realização que priorize o cultivo do raciocínio, da reflexão conforme alega Salomão[3]. Assim, o esforço que se faz durante o estudo de um assunto vai despertando o poder da reflexão, e ao mesmo tempo que se reflecte, a matéria vai sendo gravada na mente. O jovem que consegue notas para passar de ano por “chutar”, decorar a matéria, ou até mesmo por colar, jamais aprende realmente a raciocinar. […]. 

Contudo, estudar confina-se na reflexão, no raciocínio, com o objectivo de se compreender a matéria para depois ser gravada na mente com naturalidade. Decorar e estudar são dimensões distintas, mas não se estuda só e nem se decora só, ambas dimensões equivalem-se de tal maneira que o que se estudou seja assimilado ou gravado na mente. 





 


O que é estudar


Estudar é um rigor, um trabalho árduo cujo efeito engrandece quem o aplica. É uma realidade necessária que tem a ver com todos que almejam atingir metas e contornar obstáculos. Note-se que, Ulisses para engendrar o magno Cavalo de Tróia teve que estudar a estrutura que teria o cavalo e como este poderia entrar no território troiano de forma a alcançar a vitória sobre os troianos. 
Estudar consiste em aplicar todas as faculdades intelectuais à aquisição de novas noções, conhecimentos que visem o desenvolvimento do indivíduo, bem como a sua socialização.
Naturalmente, estudar sempre foi uma vantagem para o desenvolvimento do cosmos, do mundo por causa da pesquisa científica que exige estudo sério, visto que «estudar é aplicar as faculdades intelectuais à pesquisa científica». 
Estudar não é como diziam os sofistas – uma actividade fácil. A partir da sua etimologia, estudar é uma prática penosa que exige muita disciplina, persistência e pensamento positivo quando se quer alcançar um alvo.
Estudar não é uma actividade passiva em que nos sentamos diante dum livro e lemos uma e outra vez para ver se acabamos por fixar na memória as coisas que vamos lendo. […]. Estuda-se enfrentando o livro e os apontamentos com dinamismo, sempre prontos a manejá-los, utilizá-los e dominá-los. […]. 
Em conclusão, o estudo sério não se relaciona com uma actividade passiva, indolente, porque estudar em si é uma prática inveterada na qual estão assentes a tenacidade e o sacrifício como acções activas. Logo, estudar não é uma realidade fácil, é pelo contrário, sinónimo de sacrifício que o estudante vai empreendendo no decorrer dos seus estudos e investigações.

VEJA TAMBÉM:


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Origem do verbo estudar


O vocábulo estudar tem sido usado por muitos estudantes, pois, faz parte do seu léxico quotidiano mesmo que seja entendido diferentemente. Por um lado, o termo estudar marca a vida de quaisquer estudantes; por outro lado, ele é só aplicado por quem exerce uma actividade mental, racional.
A palavra estudar é de natureza latina; provém do verbo da 2ª conjugação «studeo, es, ere, ui: ter gosto por; ter dedicação por; entregar-se a; trabalhar por; aplicar-se a». «É uma aplicação zelosa interessada em qualquer coisa, devoção, afeição, aplicação ao estudo». 
Como vimos, a ideia de estudar exposta no parágrafo anterior, dá crédito que os latinos eram homens de muita dedicação aos estudos, tinham afeição, amor, zelo pelos estudos. Deste modo, retemos esse exemplo e aplicamo-lo às actividades acadêmicas que constituem o intento dos jovens estudantes.
Portanto, estudar não é uma actividade mesquinha, fruto de indolência, de pequeno esforço; estudar exige uma acção persistente, tenaz.



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